O retrofit de edifícios antigos é uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento urbano, social e econômico das cidades

Prática evita a expansão desordenada das regiões, pois aproveita a infraestrutura já existente, reduzindo custos e impactos ambientais

As cidades estão em constante transformação. Ao mesmo tempo em que precisam crescer para atender novas demandas, também enfrentam o desafio de lidar com edifícios antigos, muitas vezes degradados, abandonados ou subutilizados. Nesse cenário, o retrofit surge como uma solução inteligente, sustentável e estratégica para promover o desenvolvimento urbano, social e econômico. A modalidade vem sendo adotada pelo mercado imobiliário em todo o país, estimulando iniciativas como a da Caixa, que pretende lançar uma linha de financiamento específica para o retrofit de construções antigas, com foco inicial nos grandes centros urbanos. De acordo com o banco, o programa já identificou 45 prédios com potencial para reforma em cinco capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Salvador. A medida da Caixa cria um nicho de mercado e ainda contribui para a revitalização de áreas degradadas.

Para quem ainda não conhece o modelo, o retrofit vai além de uma simples reforma. A técnica consiste em modernizar edifícios já existentes, preservando sua estrutura principal, e adaptá-los às necessidades atuais, seja em termos de eficiência energética, acessibilidade, tecnologia ou novos usos. É uma alternativa que dá nova vida a construções antigas, mantendo a sua essência, mas com desempenho e conforto equivalentes a uma obra nova.

“Um dos principais impactos do retrofit está na revitalização dos centros urbanos. Em muitas cidades, prédios históricos ou antigos ficam abandonados, contribuindo para a degradação do entorno. Ao serem retrofitados, eles voltam a cumprir um papel ativo no tecido urbano, atraindo moradores, empresas e visitantes”, explica Thomaz Assumpção, CEO da Urban Systems. Ele complementa que a prática evita a expansão desordenada da cidade, pois aproveita a infraestrutura já existente (transporte público, energia, água e esgoto), reduzindo custos e impactos ambientais.

“O retrofit gera ganhos sociais significativos, pois preserva a memória coletiva e a identidade cultural da cidade. E quando aplicado em projetos habitacionais, pode também reduzir o déficit de moradia”, observa Assumpção. O CEO destaca ainda que edifícios renovados são mais valorizados e ajudam a requalificar o entorno. Além disso, é uma solução que impulsiona a construção civil, o comércio e os serviços, estimulando a geração de emprego e renda. “O retrofit é muito mais do que uma tendência na arquitetura ou no mercado imobiliário. Ele é uma ferramenta poderosa de transformação urbana, capaz de conciliar preservação histórica, sustentabilidade ambiental, inclusão social e dinamismo econômico. Ao dar nova vida a edifícios antigos, as cidades tornam-se mais resilientes, competitivas e humanas”, completa Assumpção.

De acordo com o executivo, os estudos da Urban Systems para retrofit levam em consideração as características presentes, respeitando as regras para este tipo de modernização. “O nosso papel é mostrar os cenários de mercado e os possíveis resultados para ajudar na tomada de decisão do empreendedor”, afirma Assumpção.

A Urban Systems conta com 25 anos de experiência no mercado imobiliário com metodologias que avaliam projetos greenfield (iniciados do zero) e brownfield (realizados em uma estrutura já existente). No caso do retrofit, é imprescindível que incorporadores e investidores avaliem de forma profunda o mercado e os produtos oportunos, uma vez que precisam tomar uma decisão de investimento pautada no menor risco. Possui patrimônio com oportunidade para retrofit? Fale com a Urban Systems!

Conteúdo elaborado pela redação Urban Systems.

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