ESG no mercado imobiliário: como práticas sustentáveis transformam cidades e negócios
Integração de práticas ESG no setor imobiliário promove ambientes urbanos mais sustentáveis e melhora a qualidade de vida.
A prática ESG tem três pilares principais: ambiental (construir sem comprometer o futuro), social (projetos que priorizam as pessoas) e governança (transparência que gera confiança). Cada um desses pilares influencia diretamente como os empreendimentos são planejados, construídos e geridos, trazendo benefícios para a sociedade e para o próprio negócio.
No pilar ambiental, estão incluídas práticas como eficiência energética e hídrica, uso de materiais sustentáveis e preservação de áreas verdes. Construir sem comprometer o futuro significa adotar práticas que minimizem impactos sobre o meio ambiente. No setor imobiliário, isso envolve eficiência energética e hídrica em edifícios e condomínios, uso de materiais sustentáveis e de baixo impacto ambiental, gestão adequada de resíduos de obra e preservação de áreas verdes e ecossistemas locais.
No pilar social, os empreendimentos precisam colocar as pessoas no centro das decisões. Isso inclui projetos que garantam inclusão e acessibilidade, promovam saúde e bem-estar por meio de áreas de lazer, ventilação, iluminação natural e ambientes seguros, e que considerem mobilidade e segurança urbana. Incorporadoras que priorizam esses aspectos fortalecem sua reputação, atraem clientes engajados e contribuem para comunidades mais justas e conectadas.

Por fim, no pilar governança, uma gestão ética e transparente é essencial para o setor imobiliário. Isso envolve ouvir e integrar a comunidade local nos processos de planejamento, prestar contas sobre ações socioambientais e garantir conformidade com normas e regulamentações. A governança eficaz reduz riscos legais e reputacionais, gera confiança com investidores e clientes e cria um ciclo contínuo de melhoria em empreendimentos e processos internos.
“A Urban Systems adota uma abordagem estratégica e sustentável em seus estudos de mercado, considerando o desempenho dos empreendimentos e a sua integração com o tecido urbano.”, afirma Thomaz Assumpção, CEO da Urban Systems. A metologia pode ser vista em alguns projetos que contaram com estudos da consultoria.
O bairro planejado Eurogarden Maringá, da Argus Empreendimentos Imobiliários e da Sisa Construções Civis (ambas do Grupo Nogaroli), é um exemplo do compromisso da cidade em se reinventar e melhorar a qualidade de vida de seus habitantes. Localizado estrategicamente no coração da cidade de Maringá (PR), o bairro prioriza o bem-estar da comunidade e a preservação do meio ambiente, com amplos espaços verdes, ciclovias, praças e áreas de lazer. Conta ainda com ruas largas e bem iluminadas, redes subterrâneas de energia e comunicação, além de um sistema de transporte público eficiente.
O segundo case está em Joinville (SC). O projeto é da Hacasa em parceria com o escritório de arquitetura Königsberger Vannucchi. O empreendimento é um complexo multiuso, residencial, comercial e corporativo, com características exclusivas, principalmente no que se refere à sustentabilidade e ao impacto ambiental. O resultado disso é que o projeto foi um dos quatro brasileiros selecionados para ser apresentado no festival mundial de arquitetura (MIPIM), que aconteceu no Palácio dos Festivais, em 2023, em Cannes (França). Saiba mais detalhes aqui.

Outro projeto em que a Urban Systems contribuiu com sua expertise foi no Selo de Qualidade de Vida Urbana, uma iniciativa da Prefeitura de Campinas para reconhecer e premiar boas práticas de projetos imobiliários que vão além dos parâmetros obrigatórios da legislação urbana. “O Selo de Qualidade de Vida Urbana surgiu da necessidade da Prefeitura valorizar o mercado imobiliário com ações que não estão na legislação hoje. São iniciativas pautadas em sustentabilidade e mobilidade, entre outros temas, com a certificação de projetos na planta e em construção. Reconhecer estas atitudes é uma forma de estimular um desenvolvimento urbano mais ordenado e sustentável”, diz Carolina Baracat, Secretaria Municipal de Urbanismo de Campinas. Saiba mais sobre essa inciativa aqui.
“Aplicar práticas de ESG no setor imobiliário cria ambientes urbanos mais resilientes, saudáveis e economicamente sustentáveis. Isso porque a infraestrutura respeita o meio ambiente, promove a equidade social e é gerida de forma ética. São ações que trazem mais qualidade de vida, valorização imobiliária e atratividade para moradores, investidores e empresas”, observa Assumpção.
Com 25 anos de atuação e mais de 1.200 projetos realizados em 900 cidades brasileiras, a Urban Systems incorpora de forma estruturada os princípios de ESG em seus estudos, metodologias e recomendações. O trabalho apoia empresas, investidores e gestores públicos na construção de soluções urbanas que contribuem para o desenvolvimento econômico e sustentável das cidades. Conte com a gente!
Conteúdo elaborado pela redação Urban Systems