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Connected Smart Cities se aproxima, superando, assim como as cidades inteligentes, os desafios da Pandemia

Por Willian Rigon4 min de leitura
Connected Smart Cities se aproxima, superando, assim como as cidades inteligentes, os desafios da Pandemia

Falta menos de um mês para a realização da edição 2021 do Connected Smart Cities, sua 7ª edição, e esta edição, assim como a do ano passado promete superar adversidades e deixar um pouco de lado a pandemia e seus impactos negativos.

Não que a pandemia não deva ser pauta de discussão, pelo contrário, pois a mesma também estará presente nas discussões, mas assim como cidades, é imprescindível demonstrar resiliência e superar as adversidades causadas as cidades brasileiras há quase um ano e meio.

Diferente da edição anterior, em que o evento foi um dos primeiros a ocorrer de forma efetiva e ampla em modelo virtual, com a realização de mais de 70 painéis contando com mais de 200 painelistas (confira os painéis aqui), a edição 2021 do Connected Smart Cities ocorrerá este ano em modelo híbrido, com painéis digitais e presenciais, contando ainda com exposição, rodadas de negócios e interação física entre os participantes, sempre seguindo todos os protocolos sanitários de distanciamento e precauções.

Mudando de Verdade

Diferentemente do que ocorreu no ano passado, quando da realização do Connected Smart Cities, onde o país não vislumbrava uma vacinação e muito do que sabemos desta pandemia seja quanto ao controle ou cuidados era incerto, hoje vivemos uma situação em que novamente, as cidades mais modernas e desenvolvidas nos Estados Unidos e na Europa já vislumbram uma reabertura e uma imunização de sua população em níveis superiores a 50%.

Não podemos e nem pretendemos discutir as causas do atraso da imunização da população brasileira, até porque os jornais estão inundados de discussão e cobertura sobre esta questão, mas fato é que hoje temos 27,1% da população brasileira adulta totalmente vacinada*, assim sendo, vivemos uma situação bem mais “esperançosa” do que vivíamos há um ano, quando da realização da edição anterior do evento.

Outra mudança importante é que as cidades brasileiras, em sua maioria, pararam de discutir o dilema saúde versus economia e compreenderam que ser uma cidade inteligente é desenvolver soluções que abranjam todos as suas dimensões, assim, não é uma questão de optar por uma ou outra vertente, mas sim, solucionar estas e outras questões em prol da qualidade de vida de seus habitantes.

O Último ano

Como a disrupção tecnológica é cada vez mais acelerada, é comum entre as edições do evento nacional do Connectesd Smart Cities ocorrerem mudanças significativas no que tange ao pensar, planejar e executar avanço na transformação das cidades brasileiras em cidades mais inteligentes.

Este último ano não foi exceção. No que se refere ao pensar as cidades inteligentes, novamente o Connected Smart Cities mostra sua vanguarda e realiza 27 eventos regionais semanais, aproveitando-se do aperfeiçoamento e adesão aos modelos virtuais, apresentando os planos de cidades inteligentes de cada capital brasileira, contando com a participação do poder público, entidades, autarquias, academia e empresas privadas que também trouxeram soluções para as cidades brasileiras, no que tange a inovação, tecnológica ou não.

Ao final do evento, que conta com painéis no modelo tradicional, é realizado bloco de interação por meio de plataforma online, para que audiência e debatedores e palestrantes possam discutir soluções e aprofundar questões de cada uma das cidades.

Destaca-se ainda neste último ano, a realização por parte de cidades de termos de referência ou pesquisa de preços para serviços como: mapeamento do desenvolvimento das cidades, diagnóstico dos municípios quanto a infraestrutura TIC, elaboração de portifólios de soluções e elaboração de Plano Diretor de Tecnologias da Cidade Inteligente (PDTCI) o de que demonstra um avanço entre pensar e planejar nossas cidades, para que logo possamos colher os resultados da melhoria da qualidade de vida da população.

O que vem por aí

Em 2021 teremos encontro híbrido entre os dias 01 e 03 de setembro, sendo a parte presencial ocorrendo no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP). As apresentações simultâneas serão divididas em 08 palcos. O evento conta com agenda de mais de 50 painéis, mais de 300 palestrantes, além das rodadas de conexões e negócios, a apresentação do Prêmio Connected Smart Cities, para soluções operacionais e pré-operacionais e o lançamento da edição 2021 do Ranking Connected Smart Cities.

Falando do Ranking, a edição 2021 ainda nem foi divulgada, mas já temos novidades para 2022. Checando minhas anotações, percebo que ainda não podemos divulgá-las, mas serão relevantes e mais importante, trarão mais um viés colaborativo ao projeto. Assim, não percam em 1º de setembro o lançamento da 7ª edição do Ranking Connected Smart Cities e o lançamento de uma nova agenda de discussões das cidades inteligentes.

Até lá!

Willian Rigon, Diretor Comercial e Marketing da Urban Systems

Fonte*

Folha de São Paulo